Ontem fui com uns amigos ver o por do sol do Guaíba (também conhecido como o por do sol mais lindo do mundo) de cima do Morro da Tapera...
Mal sabia eu que a cidade de Porto Alegre guardava um morro com uma vista tão linda para o Guaíba!
Na zona sul, na Juca Batista, ainda dentro do perímetro urbano da cidade, estacionamos e começamos a trilha. Com meia hora de caminhada por uma trilha bem fácil para quem é acostumado, chegamos lá em cima...
Encontramos uma pedra suspensa - linda! - e ali sentamos para ver o sol se por...
Depois do espetáculo, descemos com a luz de fim de tarde, as luzes da cidade lá embaixo e as estrelas que surgiam...
Muito bom descobrir um lugarzinho assim tão especial dentro de Porto Alegre! :)
Re-começo
| Posted by Bárbara
Quando me mudei pra SP, um amigo perguntou:
- Então tu não volta mais pra São Leopoldo?
- Ah, pra visitar eu volto, afinal meus pais ainda moram aqui... Mas pra morar não volto mais...
E eis que aqui estou, de volta!
Um ciclo se fechou...
Que venha um novo ciclo
Que retorne Saturno
Que comece a nova era...
- Então tu não volta mais pra São Leopoldo?
- Ah, pra visitar eu volto, afinal meus pais ainda moram aqui... Mas pra morar não volto mais...
E eis que aqui estou, de volta!
Um ciclo se fechou...
Que venha um novo ciclo
Que retorne Saturno
Que comece a nova era...
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Carnaval em Recife/Olinda
| Posted by Bárbara
O carnaval de Recife e Olinda é o carnaval mais cultural do Brasil. São vários ritmos musicais, muitas manifestações populares e culturais... tem frevo, maracatu, samba, mpb, rock... tem caboclos de lança, caboclinhos, afoxés, encontros de bois e ursos, escolas de samba, blocos líricos... tem ladeiras e blocos de rua, tem palcos e shows de diversas bandas e diversos ritmos... é realmente um carnaval multicultural!
E todo mundo - crianças e adultos, jovens e velhos - vai pras ruas fantasiado para brincar em um carnaval democrático e pacífico (não vi roubos, furtos nem grandes confusões!)
E eu fui conferir esse carnaval tão lindo!
Fui recebida, na abertura do carnaval de Olinda, por Alceu Valença cantando "Voltei Recife"
"Quero sentir a embriaguez do frevo que entra na cabeça, depois toma o corpo e acaba no pé" (Alceu Valença)
Ainda na primeira noite conheci mais da cultura olindense, com a Orquestra Contemporânea de Olinda. Depois do show fui para o tradicional Xinxim (bar local) onde aprendi passos de coco com um pessoal super animado que tocava ciranda, coco e frevo no pandeiro! Isso além de fazer amigos olindenses!
Na 6a feira foi o dia da abertura do carnaval do Recife. No Marco Zero iluminado, me emocionei com Milton Nascimento e me diverti aprendendo as letras dos frevos mais famosos, cantados por diversos artistas pernambucanos e brasileiros.
"Queiram ou não queiram os juízes
O nosso bloco é de fato campeão
E se aqui estamos, cantando esta canção
Viemos defender a nossa tradição
E dizer bem alto que a injustiça dói
Nós somos madeira de lei que cupim não rói"
(Capiba)
O sábado começou cedo, nas ladeiras de Oinda, onde vimos passar diversos blocos de maracatu e frevo, em frente à prefeitura toda decorada para o carnaval. À tarde encontrei com o pessoal do Couchsurfing para curtir o bloco "Tá bom, a gente freva", um pessoal que gosta de rock e que, no carnaval, toca de Beatles a Michael Jackson - tudo em ritmo de frevo!
Também tive a experiência de descer arrastada pela multidão do bloco "Eu acho é pouco", um dos mais famosos e amados de Olinda, enquanto cantavam
"Olinda! Quero cantar a ti esta canção
Teus coqueirais, o teu sol, o teu mar
Faz vibrar meu coração, de amor a sonhar
Em Olinda sem igual
Salve o teu Carnaval!"
(Hino do Elefante)
E à noite, no Marco Zero, me embalei ao som de Zelia Duncan. Mas foi Lenine - que parece ser o artista mais querido de Pernambuco - que fez o que foi, para mim, o melhor show do carnaval. Ele tocou por 2 horas incansáveis, todos os seus sucessos. E me arrepiei quando, ao voltar para o bis, Lenine anunciou: "Vocês achavam mesmo que eu ia embora sem tocar Leão do Norte?"
"Eu sou mameluco, sou de casa forte
Sou de Pernambuco, eu sou Leão do Norte"
(Lenine)
E aí eu me senti pernambucana e me uni ao coro que gritava "Ah, é Pernambuco!"
No domingo conheci o humor ácido do "Quanta Ladeira", bloco que faz paródias tirando sarro de todos os temas atuais...
"Fizeram um parque esquisito na praia de Boa Viagem
Botaram dois prédios redondo em formato de cu
O parque é feio de cima, de costas e de frente
Fizeram tudo diferente
Fuderam a mãe do presidente
A Dona Lindu"
(no ritmo de "La Belle de Jour")
Depois vi passar os caboclos de lança do maracatu rural, com suas belíssimas e pesadas fantasias, cantei com Zeca Baleiro, conheci Otto (cantor pernambucano) e pulei e gritei muito no show dos Titãs.
Depois do show, ainda esperamos o dia raiar na ponte que liga o Recife Antigo ao bairro de São José... e me admirei com a beleza do cenário formado pelas pontes e o Capibaribe ali no centro do Recife.
Na segunda-feira aprendi passos de frevo seguindo o Bloco da Ema pelas ladeiras de Olinda, conheci o Pátio de São Pedro, no centro do Recife, onde vi tocar a Orquestra Rockfônica de Frevo (uma orquestra completa de frevo que toca sucessos do Kiss, Metallica e outros! genial!!)
Também vi desfilar vários blocos de maracatu no palco afro do Pátio do Terço, admirei a beleza das fantasias dos personagens do maracatu e as batidas fortes das alfaias. E terminei a noite sendo abençoada pelas orações da Noite dos Tambores Silenciosos.
No último dia do carnaval, comecei o dia vendo o desfile de Bonecos Gigantes de Olinda. Depois passei o dia com o bloco da Zebra, do bairro de Umuarama, Olinda, onde fui recebida com muito carinho por todos. Subi e desci ladeiras dando meus passinhos de frevo... e depois, umas horinhas de descanso para aguentar a noite, que prometia!
E à noite enfrentei a multidão do Marco Zero para dançar ao som de Elba Ramalho, cantar com Caetano Veloso e coroar a noite com o show que, para mim, é a tradução do carnaval do Recife: Alceu Valença no Marco Zero!!
Mas a noite não terminava por aí! Sentados no chão do marco zero, vendo os prédios iluminados, me emocionei vendo os fogos de artifício e as diversas orquestras de frevo saudando o amanhecer!
"É lindo ver ver o dia amanhecer,
ouvir ao longe pastorinhas mil,
dizendo bem, que o Recife tem,
o carnaval melhor do meu Brasil"
E depois de tocar todos os frevos que aprendi nesses 6 dias de carnaval, tocaram o hino de Pernambuco, que foi cantado em coro pela multidão:
"Salve! Ó terra dos altos coqueiros!
De belezas soberbo estendal!
Nova Roma de bravos guerreiros
Pernambuco, imortal! Imortal!"
E dali, seguiram todos - orquestras de frevo e toda a multidão que ainda persistia em brincar o carnaval - pelo marco zero, nos últimos passos de frevo do carnaval.
"É de fazer chorar, quando o dia amanhece e obriga o frevo acabar
Oh quarta-feira ingrata chega tão depressa só pra contrariar"
E assim, exausta e feliz, fui embora as 8h da manhã, depois de 6 dias de folia. Obrigada ao meu guia olindense que me apresentou o melhor carnaval do Brasil através de seus olhos! :D
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"Modo despedida"
| Posted by Bárbara
Mais uma vez estou de mudança, mais uma vez vou embora, mais uma vez despedidas...
E mais uma vez vejo como é interessante o momento das despedidas. Eu particularmente adoro entrar no "modo despedida"... sabe por que?
Porque é incrível como, quando as pessoas têm tempo de sobra para fazer algo, encontrar alguém, estar com um amigo, elas não o fazem... Mas na iminência da partida, quando resta pouco tempo, aí as pessoas encontram tempo!
Então aprendi a usar as despedidas como momentos para encontrar os amigos!
Assim, revi amigos que não via há meses ou anos, só porque eu estava indo embora. Amigas com quem nunca tinha saído resolveram sair comigo, pra aproveitar "meu último final de semana na cidade". Amigos que nunca tinham me visitado, foram pela primeira vez - na minha despedida... e mesmo aqueles que eu encontrava bastante, que estavam sempre comigo, aumentaram a frequência da convivência pra aproveitar minhas últimas semanas antes de ir embora!
Pena ter que usar a despedida como desculpa para encontrar alguém que gostamos... pena ter que esperar até estar indo embora para que as pessoas tenham tempo para estar comigo... Queria não ter que ir embora para conseguir estar perto de quem eu gosto!
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A conquista do espaço...
| Posted by Bárbara
Quando pequena, pedia um globo terrestre (como aquele da Mafalda). Nunca ganhou. Decidiu buscá-lo por conta própria...
Foram 9 anos conquistando-o; percorrendo-o; vivendo-o...
E agora volta pra casa, e o entrega a si mesma:
- Aqui está! Agora tu o tens!
Sorri, o abraça.
- E aí, que vais fazer com ele?
Mas ela ainda não sabe a resposta...
Foram 9 anos conquistando-o; percorrendo-o; vivendo-o...
E agora volta pra casa, e o entrega a si mesma:
- Aqui está! Agora tu o tens!
Sorri, o abraça.
- E aí, que vais fazer com ele?
Mas ela ainda não sabe a resposta...
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Paraísos Pernambucanos
| Posted by Bárbara
Com meus pais morando em Recife, tive a oportunidade de passear por lá... e conhecer (ou re-visitar) uns pedacinhos de paraíso do litoral pernambucano...
* Carneiros - a igrejinha
Na primeira vez que pisei em Carneiros (em 2007, quando passei um final de semana em Tamandaré com uma amiga), fiquei encantada!
Sabe a descrição que fazemos de paraíso: "areia branquinha, mar azul claro, transparente e coqueiros"? É lá!! E a água do mar é quentinha e ótima pra nadar... e tem aqueles coqueiros tortos que parecem fundo de tela do computador...
E então resolvi caminhar pela praia... e na caminhada, passei em frente a uma igrejinha linda, na beira da praia... e disse "Pronto, é aqui que vou casar!" A igrejinha é literalmente na praia... tu sai dela e tá na areia, com aquele marzão azulzinho e os coqueiros em volta...
E é claro que esse ano quando fui de novo pra Pernambuco, fui até Carneiros (ainda sem o noivo)! E a praia continua linda! - e continua na minha lista de praias mais lindas do mundo!
* Porto de Galinhas - os peixinhos
Provavelmente a mais turísticas das praias pernambucanas, Porto de Galinhas tem piscinas naturais em seus arrecifes que, na maré baixa, permitem um passeio, alimentando e nadando com os peixinhos.
Na primeira vez que fui pra lá, também em 2007, fizemos "turismo de pobre": nadamos até os corais, ao invés de pegar a jangada... furamos os pés nos corais, por não alugar botinha especial... enganamos os peixinhos enchendo a mão de areia, ao invés de comprar ração de peixe... e voltamos boiando, trazidos pela maré que foi enchendo... e com certeza nos divertimos mais que muitos "turistas ricos"!
Quando fui esse ano, não conseguimos pegar a maré baixa para ir até as piscinas... mas aproveitamos a praia, que é linda mesmo assim!
* Muro Alto - o piscinão
Muro Alto tem esse nome por ter uma parede de corais gigante, que forma uma piscina muito gostosa para nadar. Passei um dia lá com a minha irmã e passamos muitas horas no mar, nadando naquela piscina azul turquesa...
* Calhetas - a desconhecida
Nunca tinha ouvido falar dessa praia, mas pesquisando sobre praias para conhecer em Pernambuco, descobri que indo até Gaibu e depois seguindo pelas pedras, era possível chegar por uma estradinha até Calhetas. Valeu muito a pena!
A praia é ótima, o mar é azul clarinho, a paisagem emoldurada pelas pedras é linda!! E nós passamos o dia em um barzinho a beira mar... curtindo a praia, comendo peixe, jogando cartas, tomando banho de mar, caminhando pelas pedras... uma delícia!!
* Tambaba - a nudista
Essa na verdade não é em Pernambuco, é na Paraíba... mas já que visitei quando fui pra Recife, ela entrou na lista também!
Tambaba tem duas partes: uma "normal" e uma onde se pratica o "naturismo" (e é obrigatório ficar pelado nessa parte!). É possível chegar lá, curtir a praia "normal" numa boa... mas eu e a minha irmã decidimos ter a experiência de ir pra parte nudista...
É estranho tirar o biquini pra entrar na praia... mas é bem tranquilo... as pessoas não ficam te olhando, cada um tá na sua, curtindo a praia do seu jeito - seja tomando sol, caminhando na praia, entrando no mar, tomando cerveja...
Nós caminhamos um pouco, entramos no mar e voltamos... e não, não temos fotos!! (a foto abaixo é da parte vestida da praia)
Também tem outra praia, ao lado de Tambaba, que tem paredões de areia de várias cores! Muito lindo andar no meio daquelas "montanhas" coloridas emolduradas pelo mar azul ao fundo!
Bom, isso é só um pedacinho dos paraísos do nosso nordeste... cada vez mais me certifico de que o Brasil tem mesmo algumas das praias mais lindas do mundo! :)
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Explorando os arredores de Curitiba
| Posted by Bárbara
Aqui perto de Curitiba tem muitos lugares legais pra conhecer... parques, morros, lagos, cavernas, trilhas... E eu tenho aproveitado os finais de semana pra passear por esses lugares! Alguns deles:
* Lagoa da Pedreira - Campo Magro
Campo Magro é um município que faz divisa com Curitiba. E lá fica uma pedreira abandonada onde, quando estavam extraindo as pedras, perfuraram um aquífero - que inundou a pedreira. Então hoje é um paredão de pedras com um lago de águas cristalinas no meio!
(a lagoa)
E fomos até lá pedalando!! São 42km até lá (alguns pela BR e os últimos 8 em estrada de chão com subiiiiiidas e desciiiidas). Saímos às 10hs e chegamos às 13hs... direto pra um banho na lagoa!
(os ciclistas!)
E depois chegaram alguns amigos de carro - e com o transbike - pra nos resgatar! :) Valeu a pena!
O único ruim do lugar é que, como é abandonado, é frequentado por um pessoal que vai com carros e faz competição de quem ouve a pior música em um volume mais alto... então não dá pra aproveitar tanto a beleza do lugar, devido à poluição sonora...
* Paraíso das Trutas - Piraquara
Piraquara também é parte da região metropolitana de Curitiba... e também fomos pra lá de bicicleta... 35km, passando por Pinhais (outro município), pelo centro de Piraquara, até entrar em uma estrada de terra... e chegar ao Paraíso das Trutas, um restaurante construído em palafitas, em cima de um rio com um criadouro de trutas... e eles servem as trutas que criam ali mesmo!
(o restaurante)
Depois do cansaço da pedalada, um baita almoço, lagartear no sol... e voltar de carro pra Curitiba (de novo tivemos resgate!)
* Morro do Canal
Saindo de Curitiba pela 277, logo antes do pedágio entramos em uma estrada de chão... e depois de um pequeno rally chegamos ao sítio onde inicia a subida do Morro do Canal.
O Morro do Canal é parte da Serra do Marumbi e tem aproximadamente 1370m. A subida não é difícil... levamos 1h caminhando pela trilha, subindo as "escadinhas" de ganchos na pedra, nos pendurando nas correntes que foram colocadas pra ajudar na subida... e chegamos no topo!
(subindo a escadinha de ganchos)
Lá fizemos um pic-nic, tomamos chimarrão e tiramos algumas fotos... Pena que tinha muita neblina (estávamos praticamente dentro de uma nuvem) e não conseguimos ver a vista lá de cima - que todos dizem ser muito bonita... taí um lugar pra voltar! :)
(no topo!)
* Colônia Witmarsum
Também pertinho de Curitiba, indo em direção a Ponta Grossa, fica a colônia alemã Witmarsum. Fui com um amigo que tem amigos que moram lá... e eles foram nossos guias no dia que passamos na colônia.
Fizemos uma caminhada em uma caverna, entrando em túneis, andando por fendas nos paredões de pedra... um lugar lindo!

(explorando a caverna!)
Depois nos refrescamos em um rio...
E subimos um morro pra ver o sol se por...
(por do sol do alto de Witmarsum)
Também conhecemos o museu e toda a história de Witmarsum... E ainda, pra fechar o dia, fomos convidados a tomar um café colonial na casa dos nossos novos amigos!
* Parque do Passaúna
Esse é dentro de Curitiba mesmo (na divisa com Campo Largo e Araucária), mas muita gente não conhece... O parque fica ao redor de um lago formado por uma represa no rio Passaúna. Tem ciclovia, pontes de madeira sobre os braços do lago, grama verdinha, espaços para pic-nic, árvores pra pendurar redes e um mirante com uma vista incrível lá de cima!
(lago, ponte, grama, bicicleta...)
Mais uma vez pedalei os 17km até o parque... e fizemos toda a volta ao parque, chegando até o mirante, de onde tiramos fotos lindas! Fiquei pensando que o por-do-sol lá de cima do mirante deve ser lindo... preciso voltar pra ver! :)
(de cima do mirante)
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Aulas de circo
| Posted by Bárbara
Procurando uma atividade física que fosse divertida, comecei a fazer aulas de circo! :)
Na minha opinião, bem melhor que academia, já que ninguém se preocupa com o espelho, os músculos, o visual ou a maquiagem... bem mais divertida que yoga ou pilates, e com avanços rápidos e visíveis... a cada aula aprendo algo novo, consigo fazer algo diferente ou melhor! Tô adorando!
No lugar onde eu faço aula (Trip Circo), começamos com meia hora de aquecimento/alongamento e depois cada um pode escolher o que quer fazer - malabares (de todos os tipos!), acrobacias de solo, perna-de-pau, monociclo, cama elástica ou os meus preferidos: acrobacias aéreas!
Eu estou aprendendo tecido acrobático, trapézio e tecido marinho... no início não conseguia nem subir em nenhum deles... e depois de 2 meses já consigo fazer várias coisas (na última aula aprendi minha primeira queda no tecido)!
(essa é a "grega", no tecido acrobático... e eu aprendi a fazer a queda da grega - que dessa posição aí, cai um pouco, ficando com o tecido nos joelhos)
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| Posted by Bárbara
- O senhor poderia me dizer, por favor, qual o caminho que devo tomar para sair daqui?
- Isso depende muito de para onde você quer ir - respondeu o Gato
- Não me importo muito para onde... - retrucou Alice
- Então não importa o caminho que você escolha - disse o Gato
- ... contando que eu chegue a algum lugar - acrescentou Alice como explicação
- É claro que isso acontecerá - disse o Gato - desde que você ande durante algum tempo
Alice no País das Maravilhas - Lewis Carroll
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O que fazer em Salvador em 7 dias?
| Posted by Bárbara
Ontem um amigo me perguntou o que fazer em Salvador em 2 dias e 2 noites... Comecei a escrever e percebi que poderia fazer um roteiro super completo pra quem vai visitar Salvador por 1 semana... Veja aí:
Roteiro diurno (ou "Programação Turística")
DIA 1:
O passeio turístico típico:
Pra quem gosta de museus, tem vários! Pra quem gosta de igrejas, mais ainda! Vale a pena conhecer a igreja de São Francisco, toda revestida em ouro...
Pra quem gosta de compras e bugigangas, o Mercado Modelo é o lugar indicado!
No Terreiro de Jesus, tem o Bar do Cravinho, onde servem o cravinho (é uma cachaça com cravo, bem tipica do pelô).
Tome um sorvete na Cubana, a sorveteria que tem em cima do Elevador Lacerda... é otimo, tem várias frutas de lá... e a vista de cima do elevador é linda (cartão postal da cidade). Se puder, deixe pra estar aí na hora do por do sol... ele se põe na Baia de Todos os Santos e a paisagem é linda!
DIA 2:
Mais passeio turístico:
Comece o dia na Ribeira (um bairro bem antigo, na beira da praia, bem tradicional de Salvador)... Almoce lá (tem varios restaurantes com mesinhas nas ruas que servem comidas tipicas) e depois tome um sorvete na Sorveteria da Ribeira (a sorveteria mais antiga da cidade, com sabores deliciosos)
Depois, vá pra Igreja do Bonfim, amarre uma fitinha nas grades e faça seus 3 pedidos (se quiser comprar fitinhas pra dar de presente pras pessoas na volta da viagem, lá é o lugar!) - dá pra ir caminhando da Ribeira pra lá... é uma pernada, mas dá...
E da igreja, va (da pra caminhar tambem) até a Ponta de Humaitá... é uma ponta, na Baia de Todos os Santos, onde tem um forte, um farol... e um por do sol lindo (vale a pena ficar pra assistir)
DIA 3:
Praia, na cidade:
(certifique-se de que NÃO é um sábado ou domingo, dias em que o Porto é super lotado!)
Caminhe até o Farol da Barra, passeie ao redor dele... entre no Museu Náutico e no Forte de Santo Antônio da Barra (o forte que tem ao redor do Farol)... agora parece que dá pra subir no farol e ver a vista lá de cima (nunca subi, mas deve ser legal)
Caminhe pela Praia da Barra, vá até o Cristo apreciar a vista de lá...
A Barra tem bares e restaurantes bem gostosos... Quando eu morava lá, tinha rodizio de camarão bem barato, no Jardim Brasil, no final da tarde.
Caso você queira uma praia ainda mais tranquila, frequentada por locais, mas um pessoal bem "de boa", vá para o Buracão, no Rio Vermelho... é uma prainha bem escondida (pra chegar, entre pela rua do Mc Donalds, suba... e depois desça para a praia). Ótima pra deitar na areia, curtir o barulho do mar, ler um livro... só cuidado ao entrar na água! O mar lá é traiçoeiro!
E termine o dia novamente no Farol da Barra, admirando o por do sol e aplaudindo, como fazem os locais!
Ahh, ali pertinho do farol, tem uma tigela de cupuaçu com morango que é uma delicia! (tipo tigela de açaí, só que de cupuaçu com morango...)
DIA 4:
Entre no clima de Vinícius de Morais, pegue um ônibus que percorre toooooda a orla de Salvador (sente no lado direito, pra ir vendo cada praia) e vá até Itapuã!
A praia não é tão bonita, mas tem o famoso Farol de Itapuã e dá pra tomar banho...
Ali pertinho fica a praça do Vinícius, com uma estátua dele e várias de suas músicas e poesias...
E perto também, tem a Lagoa do Abaeté, lagoa de águas escuras, circundada de areia muito branca...
DIA 5:
Aquela faixa de terra que se vê do Porto da Barra é a Ilha de Itaparica, maior ilha da Baia de Todos os Santos - e local de casas de veraneio dos soteropolitanos.
Pra chegar lá: vá até o Mercado Modelo e pegue uma lancha do terminal marítimo que tem logo atrás do mercado. Custa em torno de R$ 4, sai a cada 30min e leva em torno de 30-40min a travessia.
[Se for "inverno" e você sofre de enjôo no mar, não esqueça se dramim! A lancha pode balançar bastante]
Ao chegar, pegue uma kombi e peça pra descer no centro de Itaparica. Lá tem um centrinho com casinhas coloridas, um forte, uma bica (e dizem que "é agua fina, faz velha virar menina"), um calçadão a beira mar, um mercado pra comprar muitas frutas... e praia! Caminhe até a Ponta de Itaparica, curta a praia por lá e feche o dia com um lindo por do sol!
Pra voltar, como já vai ser tarde, pegue uma kombi até Bom Despacho e volte de ferry (as lanchas circulam só até as 17hs e o ferry até as 23hs). Único ponto negativo é que o terminal do ferry, em Salvador é mais fora de mão... pra turistas desavisados, recomendo um taxi pra voltar "pra casa".
DIA 6:
Passe um dia na Ilha de Maré:
Outra das ilhas da Baia de Todos os Santos, mais distante do centro, mas muito linda!
Para chegar: na estação da Lapa, pegue o ônibus para a Base Naval, em São Tomé de Paripe. De lá saem os barcos (a cada hora), que custam entre R$ 3,50 e R$ 5.
A Ilha de Maré não tem muita estrutura... somente alguns barzinhos na praia (pra tomar cerveja, comer um petisco)... Os barzinhos ficam em Itamoabo, mas não deixe de ir também (pela praia, na maré baixa) até a praia das Neves. Lá tem uma igrejinha linda... e a água azul clarinha, quente e transparente é super convidativa para um banho!
Lembre-se de voltar até as 17hs!! Depois não há barcos!
DIA 7:
Litoral norte da Baia, na Costa dos Coqueiros. Da rodoviária saem ônibus que levam em torno de 2hs...
É uma praia beeem turistica, cheia de lojinhas, restaurantes, um centrinho todo bonitinho... a praia é gostosa, com piscinas naturais pra ver peixinhos... e tem o Projeto Tamar (aquele das tartarugas marinhas).
DIA 8 (extra!):
Mais praia em Salvador:
Quer praia, não quer ir até o Litoral Norte, mas cansou da barulheira da Barra?
Quer praia, não quer ir até o Litoral Norte, mas cansou da barulheira da Barra?
Vá passar o dia nas Praias do Flamengo! Longe do centro, mas perto do aeroporto (e tem um ônibus urbano, que sai do Campo Grande, passa por toda a orla e vai até lá), é uma praia mais tranquila - em termos de movimento, barulheira e bagunça...
Lá tem algumas barracas, com uma ótima infraestrutura (desde almoço, mesinhas, chuveiros, até espreguiçadeiras na beira da praia)... pessoas bonitas, surfistas, familias... e o mar tem ondas mas dá pra tomar um banho divertido!
Roteiro Noturno (ou "Programação Cultural"):
Segunda-feira:
Saia para caminhar pela Barra... a orla à noite é linda! O Farol da Barra iluminado, pode ser mais bonito que durante o dia... e caminhe até o Porto da Barra... a praia lá à noite é bonita, tranquila (e dá até pra tomar banho!!)... ótima pra sentar na areia e tomar uma cervejinha...
Terça-feira:
Terça é para o candomblé, como o domingo para os católicos: o dia festivo, a "terça da benção". Então vá para o pelourinho!! Nas 3as o Pelô é cheio de atrações!
Desde show gratuito do Gerônimo (que canta "É D'Oxum"), nas escadarias da Igreja do Passo, até o ensaio do Olodum, no largo Tereza Batista (por R$ 80)...
Vá para o Rio Vermelho, sente em uma mesinha de plástico ao ar livre, no largo da Dinha. Peça um acarajé da baiana de acarajé mais famosa e tome uma cervejinha com os amigos!
Quer esticar a noite? Quando eu morava lá, nas 4as tinha um forrozinho bem gostoso ali pertinho, logo em frente à Dinha...
Quinta-feira:
Vá ao Teatro Vila Velha, no Campo Grande! Quintas-feiras é dia de "Vila da Música", sempre com alguma atração musical legal (sempre de acordo com a época do ano... em junho você vai ouvir forró, em julho - mês do rock - conhecerá bandas de rock baiano, etc)! E se for a última quinta-feira do mês, você deu sorte! E vai ter o prazer de presenciar o Encontro de Compositores!
Sexta-feira:
Sexta é dia de comida baiana! Onde quer que você esteja, aproveite para almoçar comida baiana!
Sexta é dia de comida baiana! Onde quer que você esteja, aproveite para almoçar comida baiana!
E no fim do dia, assista o por-do-sol no Porto da Barra (o sol se põe no mar) e depois aproveite a feirinha de comidas típicas e artesanatos que tem na beira da praia (em frente ao Instituto Mauá), ao ar livre... quando eu morava lá tocava forró ao vivo nessa feirinha também.
E como a feirinha acaba cedo (21-22hs), estique a noite no Rio Vermelho!
O Rio Vermelho é o bairro boêmio de Salvador e tem opção para todos os gostos... de samba a eletrônica, passando por reagge e forró!
O meu lugar preferido pra dançar lá era a Borracharia, que de dia é de fato uma borracharia, e à noite é uma balada! E toca música boa (não toca axé nem pagode!), é frequentado por gente bonita... e é muito fácil fazer amizade - as pessoas interagem bastante!
No fim da tarde, vá no MAM (Museu de Arte Moderna - Solar do Unhão), passeie pelo pátio das esculturas, assista o por do sol, conheça a antiga casa de engenho que hoje virou museu e fique lá para o JAM no MAM: uma jam session ao ar livre, que começa no por do sol e vai até umas 22hs... cerveja, gente interessante, musica boa, na beira do mar e ao ar livre...
Como lá também termina cedo (22h), pode esticar pro Rio Vermelho outra vez ;)
Domingo:
De manhã, vá ao Parque da Cidade curtir o "Musica no Parque", shows muito bons e gratuitos, às 11h da manhã (pontualmente), no parque... Consulte a programação, porque se não me engano, acontece de 15 em 15 dias...
E de noite, sugiro algo mais tranquilo (afinal, não casou ainda??): comer no rodizio de camarão na Barra, comer uma moqueca num barzinho na orla na praia da Barra... ou, se estiver em uma turma de amigos, fazer um luau no Porto da Barra - leve o violão, pandeiro - ou os instrumentos que preferir - e faça a festa! Ninguém reclama, a praia é iluminada e o mar é quentinho mesmo à noite!
Acho que com essas dicas dá pra ver um pouco de tudo em Salvador, conhecer bem a cidade, coisas turísticas e outras nem tanto... e, com certeza, dá pra se divertir muito!! :)
Boa diversão!!
PS: gostou das dicas? deixa um comentário aí!! ;)
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Quais as cores do teu mundo?
| Posted by Bárbara
Estava conversando com um amigo que me contou que é daltônico
- Sério? E quais cores tu não vê?
- Ah, tenho dificuldade com verde, vermelho, amarelo
(eu, apontando pro meu blusão vermelho) - Que cor é essa?
- É... vermelho?
- Sim (desapontada)
- 100% das pessoas pra quem eu digo que sou daltônico, apontam pra algo e perguntam a cor... 100% das vezes é vermelho...
- Ah, pensei em apontar pra grama... mas a grama tu sabe que é verde porque é grama...
- É...
- E tu vê as diferentes tonalidades de verde nas plantas?
- Sim, consigo ver tons, mesmo tendo dificuldade pra ver o verde
- Mas aí tu vê tons de cinza?
- Não, eu vejo cores... só não são as mesmas cores que as pessoas "normais"
E aí ele me deu a melhor explicação pro daltonismo:
"Sabe a impressora colorida, que tem 4 cartuchos? Quando um deles acaba, ela não deixa de imprimir... e também não imprime em tons de cinza... ela imprime igual, só que com cores meio estranhas... é assim que eu vejo, com cores 'meio estranhas'"
E foi conversando com ele que me dei conta das pequenas coisas que causam desconforto para um daltônico:
* sinaleiras horizontais - na vertical o vermelho fica em cima... mas e naquelas que estão lado a lado (e, para o meu amigo, tem "dois amarelos")?
* comprar roupa e ter que se certificar da cor, pra não errar nas combinações ("minha blusa é marrom, né, Barbara?" "sim" "e marrom e azul combinam?")
* na escola, quando a criança pinta o mastro da bandeira de verde e o verde da bandeira de marrom... e a professora diz que está "errado"
* pra identificar a bandeira de países... afinal, a bandeira do RS tem as mesmas cores da bandeira da Alemanha (já que o verde do RS é preto segundo o meu amigo)
* a mãe que, ao perguntar "que cor é essa?" e sempre ter respostas "erradas", diz "tu precisa voltar pra escolinha e aprender as cores direito" (essa é para as mães: prestem atenção nas respostas dos filhos, nem sempre eles estão "errados")
Aliás, também descobri que o daltonismo é um gene recessivo no cromossomo X - e que por isso é mais comum entre homens - e que na verdade quem transmite para o filho é a mãe (mesmo que ela não seja daltônica, se tiver um X recessivo, o filho pode ser...)
E aí fiquei pensando que talvez o vermelho que eu vejo não seja o mesmo vermelho que outros vêem... afinal, sempre apontaram pra essa cor e me disseram que era vermelho... mas ninguém nunca me descreveu como é um vermelho...
E descobri que mesmo com "cores estranhas", a percepção da "energia das cores" do meu amigo é igual à minha: "o vermelho tem uma energia mais intensa..."
Descobri que daltônicos gostam de azul, porque é uma cor que conseguem ver bem... e que "roxo", "violeta" e "lilás" são conceitos totalmente abstratos pra eles
- Qual a cor dessas flores?
- Hmm... roxas?
- Sim! Tu consegue ver o roxo?
- Não, mas flores nunca são azuis...
E percebi que daltônicos vivem normalmente...
- E quando as árvores tem folhas vermelhas, amarelas, marrons?
- Árvores tem folhas dessas cores?
- Ahhhh, que triste!!! Tu não vê as cores de outono!!
...afinal, eles sempre viram o mundo com as suas cores... e é assim que o mundo é (e quem disse que nós, "normais", vemos todas as cores que existem?)
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Cicloturismo em Curitiba
| Posted by Bárbara
Na minha opinião, a melhor forma de conhecer Curitiba é de bicicleta! Há ciclovias ligando vários pontos turísticos e muitos, muitos parques...
Aqui uma sugestão de roteiro para os turistas que vêm a Curitiba e querem conhecê-la de pertinho, passando por vários pontos turísticos, gastando calorias e não gastando dinheiro com o ônibus turístico:
Ponto #0: Jardim Botânico
Esse é opcional na pedalada (já que entre ele e o próximo ponto há uma boa pedalada por uma ciclovia meio sem graça)... mas com certeza é parada obrigatória na cidade!
Cartão postal da cidade. A estufa, o jardim, as flores, as cores... o botânico é lindo!
Um lugar bem legal no botânico é o Jardim das Sensações, com plantas para serem cheiradas, tocadas, sentidas...
Ponto #1: Passeio Público
Esse é um bom lugar para começar o passeio. Até porque tem um bicicletário onde dá pra alugar bikes.
O Passeio Público foi o primeiro zoológico de Curitiba... hoje em dia ele é um parque, mas ainda abriga alguns animais pequenos, pássaros (tucano, arara, etc.)...
Do passeio Público, seguindo pela ciclovia, você vai passar em frente ao Memorial Árabe (que, descobri hoje, abriga um Farol do Saber, ponto de cultura da cidade).
Logo depois, vai cruzar a avenida que vai até o Centro Cívico. Se parar bem no meio da avenida (cuidado pra não ser atropelado!!) vai ver a bandeira do Paraná lá ao fundo, em frente ao Palácio Iguaçu.
Logo, vai cruzar uma pontezinha de madeira e a ciclovia vai começar a seguir um riozinho. Aí começa a parte mais bonita da ciclovia.
Ponto #2: Bosque do Papa
Seguindo pela ciclovia, você vai cruzar o bosque e o Memorial Polonês, com suas casinhas de madeira com coisinhas típicas da Polônia.
Ponto #3: Museu Oscar Niemeyer
Do Bosque, vale a pena cruzar (pelo meio das árvores, respirando ar puro!) até o MON, "Museu do Olho", o famoso museu projetado pelo Niemeyer.
A entrada no MON custa R$ 4. Vale a pena a visita! Nem que seja só pra subir lá no olho. O ruim é encontrar onde deixar a bike... mas só passar na frente do museu e admirar sua arquitetura já vale a pena!
De volta à ciclovia, você vai passar por um bairro residencial muito agradável, com casas lindas! Vai cruzar uma pontezinha, e vai chegar ao
Ponto #4: Parque São Lourenço
Aí é um bom lugar pra esticar a canga, deitar na grama, lagartear, tomar um mate... e, se a água do lago estiver paradinha, observar o reflexo das casinhas e das árvores (que agora estão vermelho-outono).
Depois do descanso, hora de ir em direção a...
Ponto #5: Ópera de Arame
A famosa ópera construída toda em estrutura metálica.
Aproveite e vá ali do lado conhecer a
Ponto #6: Pedreira Paulo Leminski
Pedreira que os curitibanos reclamam não abrigar mais shows, como antigamente... mas a beleza dos paredões de pedra continua lá!
Ainda tem fôlego? Então continue subindo!! A subida é íngreme, mas lá em cima você pode escolher ir para:
Ponto #7 opção 1: Parque Tingui
Esse caminho é mais longo que a opção abaixo!
O parque que abriga o Memorial Ucraniano. Para essa opção, siga pela ciclovia. Você vai descer, passando por uma região não muito habitada... mas a ciclovia chega direitinho no parque.
De lá, da pra ir (dessa vez sem ciclovia) até o Parque Barigui - um dos maiores parques de Curitiba, e lugar onde muitos curitibanos vão passar o domingo.
ou ir para:
Ponto #7 opção 2: Parque Tanguá
Para chegar no Tanguá, logo depois de subir da Pedreira, você deve entrar à direita, saindo da ciclovia. Seguindo por essa rua e depois descendo, você chega no Tanguá, lugar lindo para assistir o pôr-do-sol e finalizar seu passeio!
Claro que depois disso tem a volta! Não esqueça de guardar energias para voltar!! E aproveite para, entre o São Lourenço e o Bosque do Papa, encontrar um barzinho pra tomar um quentão para esquentar ou uma cervejinha para refrescar (mas só 1, ok? nada de pedalar bêbado depois disso!! ;) hehe)
Boa pedalada!!
Aqui uma sugestão de roteiro para os turistas que vêm a Curitiba e querem conhecê-la de pertinho, passando por vários pontos turísticos, gastando calorias e não gastando dinheiro com o ônibus turístico:
Ponto #0: Jardim Botânico
Esse é opcional na pedalada (já que entre ele e o próximo ponto há uma boa pedalada por uma ciclovia meio sem graça)... mas com certeza é parada obrigatória na cidade!
Cartão postal da cidade. A estufa, o jardim, as flores, as cores... o botânico é lindo!
Um lugar bem legal no botânico é o Jardim das Sensações, com plantas para serem cheiradas, tocadas, sentidas...
Ponto #1: Passeio Público
Esse é um bom lugar para começar o passeio. Até porque tem um bicicletário onde dá pra alugar bikes.
O Passeio Público foi o primeiro zoológico de Curitiba... hoje em dia ele é um parque, mas ainda abriga alguns animais pequenos, pássaros (tucano, arara, etc.)...
Do passeio Público, seguindo pela ciclovia, você vai passar em frente ao Memorial Árabe (que, descobri hoje, abriga um Farol do Saber, ponto de cultura da cidade).
Logo depois, vai cruzar a avenida que vai até o Centro Cívico. Se parar bem no meio da avenida (cuidado pra não ser atropelado!!) vai ver a bandeira do Paraná lá ao fundo, em frente ao Palácio Iguaçu.
Logo, vai cruzar uma pontezinha de madeira e a ciclovia vai começar a seguir um riozinho. Aí começa a parte mais bonita da ciclovia.
Ponto #2: Bosque do Papa
Seguindo pela ciclovia, você vai cruzar o bosque e o Memorial Polonês, com suas casinhas de madeira com coisinhas típicas da Polônia.
Ponto #3: Museu Oscar Niemeyer
Do Bosque, vale a pena cruzar (pelo meio das árvores, respirando ar puro!) até o MON, "Museu do Olho", o famoso museu projetado pelo Niemeyer.
A entrada no MON custa R$ 4. Vale a pena a visita! Nem que seja só pra subir lá no olho. O ruim é encontrar onde deixar a bike... mas só passar na frente do museu e admirar sua arquitetura já vale a pena!
De volta à ciclovia, você vai passar por um bairro residencial muito agradável, com casas lindas! Vai cruzar uma pontezinha, e vai chegar ao
Ponto #4: Parque São Lourenço
Aí é um bom lugar pra esticar a canga, deitar na grama, lagartear, tomar um mate... e, se a água do lago estiver paradinha, observar o reflexo das casinhas e das árvores (que agora estão vermelho-outono).
Depois do descanso, hora de ir em direção a...
Ponto #5: Ópera de Arame
A famosa ópera construída toda em estrutura metálica.
Aproveite e vá ali do lado conhecer a
Ponto #6: Pedreira Paulo Leminski
Pedreira que os curitibanos reclamam não abrigar mais shows, como antigamente... mas a beleza dos paredões de pedra continua lá!
Ainda tem fôlego? Então continue subindo!! A subida é íngreme, mas lá em cima você pode escolher ir para:
Ponto #7 opção 1: Parque Tingui
Esse caminho é mais longo que a opção abaixo!
O parque que abriga o Memorial Ucraniano. Para essa opção, siga pela ciclovia. Você vai descer, passando por uma região não muito habitada... mas a ciclovia chega direitinho no parque.
De lá, da pra ir (dessa vez sem ciclovia) até o Parque Barigui - um dos maiores parques de Curitiba, e lugar onde muitos curitibanos vão passar o domingo.
ou ir para:
Ponto #7 opção 2: Parque Tanguá
Para chegar no Tanguá, logo depois de subir da Pedreira, você deve entrar à direita, saindo da ciclovia. Seguindo por essa rua e depois descendo, você chega no Tanguá, lugar lindo para assistir o pôr-do-sol e finalizar seu passeio!
Claro que depois disso tem a volta! Não esqueça de guardar energias para voltar!! E aproveite para, entre o São Lourenço e o Bosque do Papa, encontrar um barzinho pra tomar um quentão para esquentar ou uma cervejinha para refrescar (mas só 1, ok? nada de pedalar bêbado depois disso!! ;) hehe)
Boa pedalada!!
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